Alberto Lung

Platônico

Eu aqui enquanto a chuva cai,
Escutando o delicado pulsar,
Deste meu peito que só deseja amar,
Sinto as puras lagrima lavar,
O meu platônico pensar.Nesta minha poesia final
Do amor que nunca irei ter,
Encontro em mim o adeus
Que você nem percebeu.

Sonhar… Sonhar…
Como isto há de lastimar.
Mas é assim através do imaginar
Que eu mortal consigo amar.

E é aqui ao escrever,
Este pequeno “vai-com-deus”.
Que sei que a chuva voltara
E Ad Infinitum…
Sobre molhado chovera.


9 Comments

oiii betooooo
adorei o poema
mto lindo
porem melancolico
oq houve pra escreve-lo ?
=** bjs

Posted by __rafa__ on 1 Setembro 2006 @ 11pm

E eu aqui, enquanto a chuva cai, lendo este lindo poema e lembrando de que Ad Infinitum amar parecerá como uma gota de chuva. Por mais que ela corra pelos ares, que escorra pelos nossos corpos quentes, ela evapora e esvai-se para onde nossos olhos não possam enxergar, tomando destinos indistintos, longe de nossos horizontes, indo correr por outros ares que não os que a gente respira.

Belíssimo o poema. Obrigada por criá-lo.

Posted by Tieli on 2 Setembro 2006 @ 12am

ler esse post me deu saudade de escutar vanessa da mata…ela tem umas letras de melancolia doce assim…

Posted by Marco Kauling on 2 Setembro 2006 @ 2am

:)
lindo,
me gusto.
segui asi
beso

Posted by julieta on 2 Setembro 2006 @ 9pm

Mt fodaa ^^

Pena que vc nao esta estudando no meu colegio..

Um forte concorrente pro concurso que esta tendo!

heheh

AbraçoS!

E continue escrevendo.. vc vai mt longe!

Posted by Lucas Coelho on 3 Setembro 2006 @ 9pm

Adorei o poema!
Beijão

Posted by Léli on 4 Setembro 2006 @ 4pm

É, o adeus nunca é fácil, né chapinha?!
Belo poema.

Posted by Carecone on 4 Setembro 2006 @ 7pm

Me expressei mal. Obrigada por me fazer perceber isso…

Na verdade, o “I wish I hadn´t” foi pq o filme me fez lembrar coisas que não queria lembrar… Coisas dessa tua ilha mágica.
É isso, e só isso.

E sobre o conselho de filme, está anotado! Na próxima visita à locadora, o procurarei. Até mais, amigo escritor!

Posted by Tieli on 5 Setembro 2006 @ 12am

O autor do poema acima eh…?
Lung??
Mt lindo poema remonta-me à geraçao do mal do século..que me traz pensamentos de que neste mundo de incertezas o amor nao passa de algo inalcançável em sua reciprocidade..
Afinal..o amor é lindo enquanto expectativa..
mas quando a realidade nao condiz com as mesmas.. lá vem de novo nossos sofrimentos ..

TIELIIiiii

Eo simplesmente amei o seu post/coment..
permita-me reescrevê-lo

“enquanto a chuva cai, lendo este lindo poema e lembrando de que Ad Infinitum amar parecerá como uma gota de chuva. Por mais que ela corra pelos ares, que escorra pelos nossos corpos quentes, ela evapora e esvai-se para onde nossos olhos não possam enxergar, tomando destinos indistintos, longe de nossos horizontes, indo correr por outros ares que não os que a gente respira.”

Achei muito interessante sua comparaçao do amor à uma gota de chuva..eu realmente nunca parei pra pensar nesta relaaçao.
Mas taí, achei muuito interessante.
O amor que nos escapa sempre pelos dedos..por mais que o tenhamos por alguns momentos chega uma hora que ele se desgasta..se esvai..e deixa somente as lembranças, duvidas e sofrimentos..

Posted by Dead Poet on 17 Abril 2007 @ 1pm

Leave a Comment